Nós somos um todo e não apenas uma cabeça, um joelho
ou um fígado. Quando em desequilíbrio, nossa energia “doente” irá
procurar um lugar do corpo para se exteriorizar. Esse lugar nós chamamos
de “órgão de choque”. Os tratamentos convencionais da medicina
ocidental, com alopatia e cirurgia, podem algumas vezes suprimir as
doenças em vez de resolvê-las. Você toma um remédio para um determinado
problema, ele desaparece. Mas a energia em desequilíbrio que estava
aflorando naquele órgão, impedida de se manifestar por ali, irá procurar
outro local para aparecer.
Vamos dar um exemplo: uma criança que tem dermatite
atópica nas dobras dos cotovelos e joelhos, se usar com muita freqüência
pomada à base de cortisona, acabará ficando com a pele sadia e poderá
desenvolver crises de asma.
Esse fenômeno é freqüente na prática médica. Só não é
mais notado, pelo fato da nossa medicina ter se tornado, mais do que o
necessário, uma medicina de especialistas. Quando um especialista
resolve um problema de um paciente, quem vai tratar a doença que veio no
lugar da antiga, será provavelmente outro médico.
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