Blog informativo e de interação para todos que desejam saber mais sobre a Homeopatia e as novidades sobre saúde e os assuntos inerentes as Ciências da Natureza, assuntos da Medicina, Patologia (doenças), com uma maneira menos complicada.
sábado, 30 de maio de 2015
‘Você é o que você come’ nunca fez tanto sentido. O vídeo contraobesidade mais poderoso que já vi.
Metilação = reparo dos danos
Leia se tiver coragem
Independência da saúde - será que tem coragem de ler
Saúde
Até quando você vai continuar pagando o seu plano de doença, terceirizando a sua saúde, deixando ela na mão de médicos, vendedores de remédios á serviço da indústria farmacêutica e da indústria dos exames. Remédios que você precisa tomar o resto da vida para manter o lucro dos médicos e da indústria. Exames que dizem que está normal, mas você não se sente bem, porque o normal é uma estatística entre doentes, por isso é normal entre os doentes, porque quem faz exames é os doentes, ou alguém que não tem nada precisa fazer exames? Você tem que ser o seu médico, porque a sua saúde é responsabilidade sua, ou você acha que o médico está preocupado coma a sua vida, ele tem a vida dele para viver, apenas precisa do seu dinheiro, para ter uma vida boa. O médico estuda 6, 8, 10 anos para aprender vender remédio, não sabe nada de alimentação, estilo de vida saudável, exercícios, saúde, ele sabe tudo de doenças e remédios, pois foi para isso que foi treinado esses anos todos. A doença nunca tem solução na medicina é a cultura da doença permanente, diferente do que pensava o pai da medicina Hipocrates, que dizia que o alimento seja o seu remédio, e o seu remédio seja o que tu come. Então continue dando 2 ou 3 meses do seu salário por ano, para seu plano de doenças, pois assim, você poderá continuar comendo os alimentos transgênicos, industrializados, comendo glúten, os óleos de sementes que são um veneno para o corpo, tomando refrigerante, sucos, alimentos cheios de agrotóxicos, bebendo uma água cheia de flúor e metais pesados, não tomando sol, por causa do câncer dos protetores e lâmpadas frias, sendo bombardeado por uma montanha de hormônios femininos na alimentação, cosméticos, plásticos, carros, etc, e sendo enganado pelas notícias do dia-a-dia para dominar o seu emocional e manter a indústria do medo funcionando, ufa, depois de tudo isso, vai ao médico e ele te dá (nada ele cobra é muito bem) um remédio milagroso, que te ansestesia, tira a dor na hora ou te deixa como um zumbi para não pensar até tomar o remédio de novo, e quando você volta lá está com outra doença, te cobra outro remédio e outra consulta até, o dia que você tem uma coleção de remédios para o resto da vida.Canadá 7 x 0 Brasil em saúde
REFLEXÃO: A SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL E NO CANADÁ.
Rio Grande do Sul / Porto Alegre
15/07/2014 23:26:40
Seguindo uma trilha, digamos espinosana, apresentamos uma afirmação da autonomia e da responsabilidade individual que não drena a potência dos coletivos democráticos diretos em favor de um individualismo egoísta. Ao contrario, nessa perspectiva, o interesse singular se articula com o coletivo para fazer do espaço comum um lugar de fluxo para uma forma de potência que é alegre e solidária.
Os conselhos de saúde podem debater a política e o financiamento da saúde de forma tão intensa como debatemos a seleção brasileira durante esta Copa do Mundo. Nossos conselhos de saúde tem sido, muitas das vezes, colocados como opostos ao poder político. Além disso, muitos os vêem como espaço de cooptação partidária da militância social. Mas, eles podem ser o espaço do poder político por excelência. Não é uma utopia. Basta olharmos os sistemas se saúde pelo mundo e nos dispormos a movimentar as placas tectônicas de nossos hábitos culturais. É certamente difícil, entretanto não é impossível.
Na entrevista (transcrita logo abaixo) vemos que na questão da saúde, não é eficiente uma abordagem passiva do papel dos usuários. Na tradição brasileira o Estado, a comunidade ou alguém (quase sempre suposto como detentor de um super poder) é esperado como responsável por nossa saúde. Um governador, um prefeito, um presidente, poderiam ser símbolos, meras expressões de um poder mais concreto e efetivo que emanaria da coletividade organizada.
O direito à saúde não é um prêmio dado por uma geração anterior ao futuro. Ou, então, fruto da luta de uma classe social num dado momento histórico. Esse momento da instituição de um direito é como o nascimento de um bebê. É certo que ele veio a vida. Mas há que se fazer vingar esta vida e sustentá-la adequadamente. Portanto, o chamado dever do Estado é um dever de toda a cidadania.
Garantir o acesso a saúde e educação de qualidade depende de uma interminável tarefa de manutenção e zeloso cuidado. Fazer um sistema de saúde funcionar exige participação regular daqueles que financiam e se utilizam dos serviços.
O poder local, descentralizado e com autonomia, implica em responsabilidade local. Exatamente o oposto de nossa cultura paternalista onde se espera que alguém faça por nós e, para nós.
A potência de prover a si mesmo com uma atitude de afirmação da vida é inalienável.
O que compartilhamos com a sociedade não é um direito em si mesmo, descolado de seus determinantes. O direito é a resultante de uma organização dos recursos públicos e coletivos capazes de aumentar a nossa potência para produzirmos relações saudáveis e saúde.
Assim, distribuímos recursos, que podem ser o conhecimento atualizado para adequarmos um regime alimentar e de atividades físicas, até a realização de um transplante.
Sempre há uma relação de corresponsabilidade entre o indivíduo que tem um direito, afirmado em sua responsabilidade, e o coletivo que expressa a soma das solidariedades de todos.
Reflexão sobre a Saúde Pública no Brasil e Canadá
A Saúde Pública do Canadá é considerada por especialistas como um exemplo de gestão. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente, o país, localizado na América do Norte, investe aproximadamente 10,9% em diferentes programas de atenção nos níveis primário, secundário e terciário do setor.
De acordo com Silvana Kempfer, doutora em enfermagem e especialista em Saúde Coletiva e que cursa pós-doutorado na University of Alberta, no Canadá, as bem sucedidas políticas de atenção à saúde da população estão ligadas ao sistema político, econômico, cultural e social do país, mas também à participação ativa da comunidade, que influencia nos investimentos e nas melhorias do atendimento.
Em entrevista à Federação dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde – FEESSERS – a especialista faz uma reflexão sobre os aspectos relevantes que envolvem o Sistema de Saúde Público no Canadá e no Brasil. Leia abaixo a entrevista na íntegra.
De acordo com a OMS, a saúde pública do Canadá, a chamada Canada Health Act, é considerada por diversos especialistas da área como uma das melhores do mundo. O que justifica esse prestígio? E, como funciona o sistema na prática?
Silvana Kempfer: A saúde pública no Canadá é organizada a partir da Legislação que a suporta, denominada Health Act, estruturada em cada província do país. Portanto, as províncias tem sua própria organização quanto aos investimentos, estrutura e financiamento. Como exemplo, cito a Província de Alberta, que nos últimos quatro anos realiza mudanças em seu Sistema de Saúde Pública para atender às demandas emergentes, ao aumento da população, às mudanças nos agravos à saúde e ao perfil dos investimentos.
A Lei de Saúde do Canadá (Canadian Health Act) é a legislação federal para o financiamento público de seguro saúde. O objetivo da Lei é garantir que todos os residentes do Canadá tenham acesso razoável aos serviços de saúde segurados em uma base pré-paga, sem encargos diretos para os serviços.
O Programa Nacional de Seguro de Saúde chama-se Medicare e destina-se a garantir o acesso aos cidadãos canadenses aos serviços hospitalares, médicos e medicamentos. Porém, o país não tem um único plano nacional, existem 13 planos de saúde entrelaçados nas províncias, as quais compartilham características e padrões de cobertura. As funções e responsabilidades para com o Sistema de Saúde são compartilhadas entre os governos Federal e Provincial-Territorial. Os governos provinciais e territoriais são responsáveis pela gestão, organização e prestação de serviços de saúde para os seus residentes. Emoldurado pela Lei de Saúde do Canadá, os princípios que regem o sistema de saúde são símbolos dos valores canadenses subjacentes de equidade e solidariedade.
A população do Canadá enxerga o sistema público de saúde como um dos principais símbolos nacionais. Esse orgulho está embutido na cultura do canadense? De que forma esse sentimento é externado?
S.K: Na minha opinião, em primeiro lugar o cidadão canadense tem orgulho de seu país, de suas lutas e conquistas, seus avanços e retrocessos, e, de maneira geral procura ver tudo de forma construtiva. Não é diferente com a saúde pública, o sistema tem a participação ativa da comunidade e é influenciado por ela no que diz respeito às prioridades, investimentos, melhoria no atendimento e acesso aos serviços.
Este é um interessante aspecto para refletirmos, pois uma comunidade consciente de sua cidadania, de sua importância na sociedade busca melhorá-la, contribui para que tudo funcione da melhor forma possível, o que não significa que somente os problemas sejam evidenciados, mas, os aspectos positivos também são discutidos.
Acho que respeito é a palavra de ordem, quando um povo sente-se respeitado, tende a respeitar, quando sente-se valorizado, tende a valorizar, um comportamento equilibrado em uma sociedade onde as distinções servem para elevar a todos, nunca o contrário. Ou seja, quem tem mais ajuda a quem tem menos de forma solidária, em pequenas ações cotidianas.
Assim como em todos os sistemas, a saúde pública do Canadá deve ter muito acertos, mas dificuldades também. Em sua opinião, o que poderia/deveria ser ajustado a fim de aprimorar ainda mais o serviço?
S.K: Penso que as coisas devem ser observadas pelo prisma de avanços, conquistas, dificuldades e desafios, que juntos constroem tudo o que nos propomos a fazer. Quando nos dispomos a discutir um Sistema de Saúde, precisamos estar imersos em seu contexto, cada realidade evidencia um determinado aspecto como mais importante para avançar. Por exemplo, pode ser uma opção situacional investir na saúde do idoso, levando em consideração um país como o Canadá que tem uma expectativa de vida longa, mas as estratégias escolhidas não podem ser consideradas um equívoco se o número de óbitos infantis aumentar. Não há proporcionalidade entre o fracasso em alguma ação com o avanço em outra, são aspectos diferentes, em circunstâncias distintas.
Assim como o Brasil, o Canadá possui uma grande área territorial. Quais ações o governo faz/fez para que o sistema contemple a toda população?
S.K: Se observarmos isoladamente o aspecto geográfico, Brasil e Canadá tem uma área territorial semelhante, o que distingue ambas é a população. A população do Brasil é quase seis vezes maior do que a do Canadá, esta realidade é expressiva quando se trata de investimentos, recursos, acesso e políticas públicas em saúde.
A distribuição da população no território também tem influência neste caso, pois o Canadá possui uma concentração populacional no sul do País, e, em áreas urbanas, sendo as mais populosas nos dois extremos Leste e Oeste. Isto facilita de certa forma a estrutura dos serviços bem como o acesso da população.
Os serviços são estruturados por especialidades e complexidade, como ocorre no Brasil. Atenção primária à saúde se baseia na experiência de que a saúde, bem estar e qualidade de vida são influenciados pelas situações econômicas, culturais e físicas, e crenças espirituais.
No Brasil, diversos programas estão sendo realizados com o objetivo de melhorar o Sistema Único de Saúde (SUS). O que você considera que poderia ser adaptado aqui de acordo com as práticas adotadas no Canadá?
S.K: Acredito no SUS, penso que nosso Sistema de Saúde Pública tem uma excelente estrutura. Sua fundamentação alicerça-se em princípios essenciais para a vida humana, no entanto, esbarramos em alguns pontos que extrapolam o próprio programa, dentre eles gostaria de ressaltar o número da população, os objetivos da população ao buscar o serviço e a operacionalização dos programas.
Temos um número expressivo de cidadãos no Brasil e que, a característica da população também influencia no acesso aos serviços de saúde, este pode ser um objeto de discussões e reflexões mais profundas. Há um descompasso nos aspectos populacionais e os investimentos gerando uma demanda reprimida e, um processo de contínua insatisfação da população com os serviços.
O segundo aspecto que considero relevante tem a ver com o objetivo da população ao buscar os serviços. Em um primeiro momento o que disse parece terrível, como questionar os motivos das pessoas ou sua necessidade do atendimento? Mas me permitam discorrer sobre um aspecto existencial que na minha opinião influencia sobremaneira a busca do atendimento.
Esta é a grande diferença que observo no comportamento dos cidadãos canadenses e dos brasileiros, a responsabilidade sobre a saúde no Canadá é primeiramente do cidadão e o estado dá suporte para sua manutenção. No Brasil, o cidadão deposita esta responsabilidade no outro, seja ele o estado, o Sistema Público de Saúde ou outra pessoa. É preciso compreender existencialmente os espaços, os direitos e deveres e seu papel na vida de cada um, para que ao criticarmos possamos contribuir para sua melhoria e aperfeiçoamento.
A operacionalização dos programas também pode resultar em problemas para o Sistema e para a população. Vivemos hoje uma grande retomada no que diz respeito a estes aspectos, quando, buscamos em outros países profissionais para garantir a operacionalização de nossos serviços de saúde. Neste aspecto as influências estão relacionadas a diversos pontos importantes, desde a remuneração dos profissionais, a carga horaria de trabalho, as diferenças entre as categorias de profissionais, as condições de trabalho, dentre outras circunstâncias que alicerçam os serviços. Estamos assistindo e vivenciando as lutas profissionais para que os programas sejam efetivamente praticados de forma integral e para que os profissionais da saúde sejam valorizados e respeitados.
O que você considera mais contrastante entre os sistemas de saúde do Canadá e do Brasil?
S.K: Sou uma profissional da saúde e trabalhei por vários anos no Brasil. Existem obviamente muitos contrastes, porem não gostaria de estabelecer comparações entre os dois países, mas vejo o Sistema de Saúde Pública no Brasil avançar e se estruturar na sua realidade, com suas demandas, e com seu potencial de desenvolvimento. Se visualizarmos um país com esta população e suas condições sociais, culturais, econômicas e políticas, é possível perceber seus avanços. Não há avanço sem movimento, sem luta, sem desacomodação de todos os envolvidos. Cada um tem sua responsabilidade neste processo. Penso que se assumirmos nossa tarefa como profissionais do sistema, nossa compreensão poderá nos ajudar a avançar.
Morar fora do Brasil a fez enxergar de forma diferente a saúde pública do país?
S.K: Nossa saúde pública caminha e avança continuamente. Nossos Programas de atenção à saúde, de prevenção à doença, de manutenção a vida estão alinhados com os melhores programas de saúde mundiais. Conhecemos e aprendemos a cada dia com as diversas trocas de conhecimentos que vivenciamos, seja com profissionais de ponta que vivem e trabalham no Brasil, seja com profissionais com renome internacional.
A globalização trouxe a abertura das fronteiras, e, junto a ela, experienciamos hoje o conceito de internacionalização, ou seja, estamos diretamente em contato com todo o tipo de conhecimento produzido no mundo em tempo real, participamos de debates, realizamos pesquisas científicas, criamos metodologias de trabalho avançadas e, isto ocorre de forma colaborativa entre diferentes realidades.
Os sistemas de saúde mundiais vivem um tempo globalizado. Os países tem acesso às informações, sucessos, fragilidades e a realidade de outros países, o que nos leva a não vivenciarmos mais sistemas fechados e sem perspectivas ou obsoletos. Estamos atualizados no que se refere às políticas públicas, conhecemos e compartilhamos a linguagem da OMS, bem como diferentes órgãos governamentais e não governamentais pelo mundo afora.
Bem, o que falta? Talvez esta conscientização de que todos somos parte do mesmo mundo com os mesmos direitos e deveres e que a mudança em essência deve sempre iniciar em cada pessoa.
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Silvana Silveira Kempfer é Doutora em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (2012). Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina (2002). Especialização em Docência do Ensino Superior pela Escola Superior Aberta do Brasil (2012). Especialização em Saúde Coletiva pela Universidade de Cruz Alta (1999). Graduação em Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (1995). Integrante do Grupo de Pesquisa EDEN da Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente cursando Pós-Doutorado na University of Alberta – Canada.
domingo, 24 de maio de 2015
‘Memória da Água’ – hipótese é renovada por pesquisadores alemães
Recentemente o colega Hylton Sarcinelli Luz postou em rede social a seguinte mensagem:
O cientista francês Jacques Benveniste declarou que experimentos científicos com as dinamizações homeopáticas sugeriam que a água tinha capacidade de registro eletromagnético, similar a um mecanismo de memória. Esta declaração lhe valeu a perda da chefia do laboratório de pesquisa, os cargos de prestígio na instituição e as verbas para continuar seus trabalhos. (…) Hoje suas teorias estão sendo comprovadas, mas seus detratores silenciam sobre o papel que tiveram.
Isso se deve a respeito da notícia de que “Cientistas investigam Memória da Água“, no caso pesquisadores alemães do Instituto Aeroespacial da Universidade de Stuttgart:
Segundo a reportagem, os pesquisadores demonstram que a água retém um inprint das substâncias com as quais entram em contato, o qual pode ser não só visualizado como rastreado, servindo mesmo como um marcador de determinado material no meio aquoso.
(No futuro o Homeopapo publicará uma matéria sobre a polêmica em torno da pesquisa mais famosa do imunologista francês Jacques Benveniste (1935-2004) , o qual esteve no Brasil em duas ocasiões nos anos 90 e 2000 para discutir as repercussões de seu trabalho e nos quais estivemos presentes; bem como um relato sobre os trabalhos de outro importante pesquisador, o biólogo Jean Pierre Garel cuja palestra em nosso país para divulgar seus conceitos de água sensível e clusters de água nos anos 90 também foi por nós presenciada)
Os 5 falsos mitos sobre a Homeopatia
O médico homeopata norteamericano Dana Ullman, conhecido autor de livros de divulgação sobre Homeopatia (alguns dos quais publicados no Brasil) tem um blog no portal The Huffington Post no qual tem consistentemente produzido material relevante na defesa da proposta científica homeopática. Um dos artigos mais interessantes é o que versa sobre os padrões recorrentes no antagonismo à Homeopatia, que ele chega a descrever como uma campanha deliberada de desinformação sobre a consistência, amplitude e legitimidade do modelo homeopático, praticada especialmente nos EUA e Reino Unido:
Cheguei á simples porém óbvia conclusão de que os céticos não são de fato céticos, e sim bullies. Não é apenas que não respeitem o direito das pessoas da escolha do tratamento para si e os seus, mas efetivamente ameaçam os outros para que façam as coisas do seu jeito, ainda que ao longo do tempo esse jeito tenha se provado pouco científico e seguro. Essa arrogância é típica dos bullies, e a demonstram na ausência de qualquer modéstia, ainda que os grandes cientistas se mostrem profundamente humildes frente á refinada complexidade da natureza. Anteriormente chamava os céticos de ‘negadores’ e ‘fundamentalistas médicos’ mas me é claro agora que devemos chamá-los de bullies da medicina.
Céticos tomam “overdose” de homeopáticos para tentar provar sua ineficácia
Ullmann destaca que os céticos atuam como propagandistas, criando desinformação utilizando 3 técnicas clássicas:
– escolhem uma falsa assertiva sobre a Homeopatia (exemplo);
– em seguida repetem-na à exaustão num contexto legitimizador como a imprensa, ao mesmo tempo negando e desqualificando sistematicamente qualquer evidência em contrário, ainda que legitimamente desenvolvida e corretamente publicada;
– por fim preferem demonstrar o antagonismo em setores mais vulneráveis como grande público e estudantes ao invés de se disporem a uma discussão consequente através de fórum adequado, como revistas científicas ou universidades.
No geral atuam disseminando 5 mitos sobre a Homeopatia, a saber:
– Mito #1: “Não há pesquisa que mostre que a Homeopatia funciona”
Inúmeros estudos bem conduzidos mostram claras evidências da ação homeopática, porém são preferidas análises estatísticas em metanálises que incluem maior número de estudos sem evidência de ação, apresentando-as então como conclusivas;
– Mito #2: “Os estudos que mostram que a Homeopatia funciona são de má qualidade’”
Novamente, estudos mostrando a eficácia da Homeopatia já foram publicados em revistas científicas de prestígio tais como: Lancet, the British Medical Journal, Pediatrics, Pediatric Infectious Disease Journal, Cochrane Reports, Chest (British Society of Rheumatology), Cancer (American Cancer Society), Journal of Clinical Oncology (Society of Clinical Oncology), Human Toxicology, European Journal of Pediatrics, Archives in Facial Plastic Surgery, Archives of Otolaryngology — Head and Neck Surgery e Journal of Clinical Psychiatry. Mas obviamente estes nunca são referidos;
– Mito #3: “Uma potência CH12 equivale a uma gota d’água dissolvida no oceano”
Uma potência CH12 é produzida utilizando-se 1ml de uma preparação de um medicamento em 10 ml de diluente, em 12 frascos sucessivos, totalizando 120ml. Mas a descrição matemática de que é diluída á 12a potência induz erroneamente a pensar que é necessário um volume imenso de água para a operação;
– Mito #4: “Não há nada no medicamento homeopático, apenas água”
Ainda que menores do que num medicamento convencional, os medicamentos homeopáticos em baixas potências possuem quantidade significativas da substãncia que lhe deu origem. Já os ultradiluídos não possuem apenas água comum, mas água que pode ser descrita como nano-superestruturada, como visto neste artigo;
– Mito #5: “Se não conseguimos presentemente entender como a Homeopatia funciona, então não funciona. É como acreditar em feitiçaria”
Equivale a ter-se dito no passado que as propriedades quânticas, por ainda não terem sido totalmente compreendidas, não existam de fato; e que acreditar na sua existência equivaleria a acreditar em magia…
Homeopatia confirmada como eficaz e custo-efetiva pelo governo suíço
Recebi agora há pouco um mailing da Foundation for Homeopathic Education and Research que traz uma excelente notícia. O conhecido médico homeopata norte-americano Dana Ullman recém publicou no site de notícias The Huffington Post um artigo em que relata que o governo da Suiça declarou que a Homeopatia não só é eficaz clinicamente como também é positivamente efetiva no custo-benefício para os sistemas de saúde.Após avaliação de estudos pré-clínicos básicos e estudos clínicos de alta qualidade, o relatório suiço afirma que as altas potências homeopáticas parecem induzir efeitos regulatórios (efeitos normalizadores ou equilibradores) e mudanças específicas em células e organismos vivos (…) O relatório suíço encontrou particularmente um forte conjunto de evidências que confirmam o tratamento homeopático [nas patologias do] Trato Respiratório Superior e nas Alergias Respiratórias. O relatório cita 29 estudos sobre “Infecções do Trato Respiratório Superior/Reações Alérgicas” dos quais 24 apresentaram resultados positivos para a Homeopatia. Além disso, 6 de 7 estudos controlados que comparam o tratamento homeopático com o convencional mostram a Homeopatia como mais efetiva (e um outro a mostra como equivalente). Todos os resultados com o tratamento homeopático se apresentaram sem os efeitos colaterais comuns ao tratamento com drogas convencionais. Avaliando-se apenas os ensaios placebo-controlados e ramdomizados, 12 de 16 estudos mostraram resultados favoráveis à Homeopatia.
Iridologia
que estão relacionadas a porções específicas do corpo humano. Com a exceção de doenças que também atingem a íris, como intoxicações por cobre (o anel de Kayser-Fleischer na Doença de Wilson), no entanto, não há nenhuma evidência científica que comprove o princípio ou a eficácia do método.
Métodos - Iridologistas geralmente usam equipamentos como lanternas, lentes de aumento, câmeras ou lâmpadas de fenda para o exame detalhado da íris. Os achados são geralmente comparados a um gráfico que correlaciona zonas específicas da íris com porções específicas do corpo humano.
Os gráficos típicos dividem a íris em 80 a 90 zonas e nem sempre relacionam a mesma porção da íris ao mesmo órgão.
De acordo com os iridologistas, detalhes da íris supostamente refletem mudanças específicas nos tecidos dos órgãos. Por exemplo, sinais de "inflamação aguda", "inflamação crônica" e "catarral" corresponderiam a "envolvimento", "manutenção" ou "cura" dos órgãos correspondentes à zona da íris afetada. Outros achados seriam os "anéis de contração" e "klumpenzellen", que indicam outras condições.
A Iridologia é uma ciência que tem como objetivo o estudo da íris e sua relação com as alterações que ocorrem com o nosso organismo, sejam elas orgânicas, metabólicas, nutricionais, nervosas, hormonais, assim como as influências psíquicas e emocionais.
O método Rayid reconhece 4 padrões, sendo 3 padrões básicos: Flor, Jóia e Corrente e um quarto padrão chamado de Agitador, que é uma combinação dos padrões Flor e Jóia.
As pessoas que apresentam muitas fibras abertas na íris, que chamamos de pétalas, estão no padrão Flor. São emocionais, expontâneas, observadoras, fazem muitos gestos e aprendem ouvindo. São criativas. Geralmente tem habilidades para música, artes, etc...
Identificamos o padrão Jóia como sendo uma pigmentação na íris. É como se tivesse caído um pingo de tinta sobre a íris. Uma mancha marron. Esse padrão indica uma pessoa intelectual, com muito talento para a análise e diálogo verbal, pouca flexibilidade para mudanças.
Identificamos um padrão Corrente quando a íris tem suas fibras penteadinhas, com poucos sinais.
Já o tipo Agitador é identificado por possuir uma combinação dos sinais dos padrões Flor e Jóia. São extremistas. O padrão clássico do Agitador é o grande sucesso e o grande fracasso. A dedicação e a lealdade são as suas marcas. Em geral são inventores, exploradores ou motivadores. Eles são entusiastas.
Vejam como o corpo avisa, de forma clara, as nossas fragilidades.
Os órgãos e sistemas projetan-se na íris, do mesmo lado do corpo, ficando o fígado do lado direito, o coração e o pâncreas do lado esquerdo.
A perspectiva energética do corpo ajuda-nos compreender melhor esta projeção, como se a vida entrasse pela boca, difundindo-se pelo estômago, intestinos e irradiasse para o restante dos órgãos e sistemas, até formar uma aura além do corpo físico.
Esta imagem serve de exemplo de resolução mínima, onde pode-se observar o anel digestivo, lacunas, manchas, raios e parte da textura. Nesta resolução não podemos observar estômago e imediações, mas podemos avaliar a simetria da pupila.
A iridologia (algumas vezes referida como irisdiagnose) é baseada na crença bizarra de que cada área do corpo é representada por uma área correspondente na íris do olho (a área colorida ao redor da pupila). De acordo com este ponto de vista, o estado de saúde e doença de uma pessoa pode ser diagnosticado através da cor, textura e localização de várias manchas pigmentadas no olho. Os praticantes da iridologia alegam diagnosticar "desequilíbrios" que podem ser tratados com vitaminas, minerais, ervas e produtos similares. Alguns também alegam que as marcas do olho podem revelar uma história completa de doenças passadas bem como tratamentos anteriores. Um livro-texto, por exemplo, declara que um triângulo branco na área apropriada indica apendicite, porém um ponto negro indica que o apêndice foi removido por cirurgia. As cartas iridológicas -- existem dezenas delas -- variam muito na localização e interpretação dos seus sinais na íris. Esclerologia é similar a iridologia mas interpreta o contorno e as condições dos vasos sangüíneos na porção branca (esclera) do globo ocular. Alguns iridologistas usam computadores para auxiliá-los a analisar fotografias do olho e selecionar os produtos que eles recomendam.

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