segunda-feira, 20 de julho de 2015

Se depois da melhora os sintomas voltarem, isso significa que o tratamento voltou à estaca zero?

Fique tranqüilo. Não se trata disso. O tratamento homeopático é um estímulo energético que eleva seu padrão vibratório. Quando você mudar de padrão para um melhor, a receita antiga perde a sintonia. Seria o mesmo que tentar sintonizar uma rádio na estação errada. Daí os sintomas podem até voltar, mas o caminho de cura já terá sido percorrido em grande parte. É só reajustar os remédios para a nova etapa do tratamento que você perceberá que a melhora prosseguirá.

O que são tratamentos supressores?

Nós somos um todo e não apenas uma cabeça, um joelho ou um fígado. Quando em desequilíbrio, nossa energia “doente” irá procurar um lugar do corpo para se exteriorizar. Esse lugar nós chamamos de “órgão de choque”. Os tratamentos convencionais da medicina ocidental, com alopatia e cirurgia, podem algumas vezes suprimir as doenças em vez de resolvê-las. Você toma um remédio para um determinado problema, ele desaparece. Mas a energia em desequilíbrio que estava aflorando naquele órgão, impedida de se manifestar por ali, irá procurar outro local para aparecer.
Vamos dar um exemplo: uma criança que tem dermatite atópica nas dobras dos cotovelos e joelhos, se usar com muita freqüência pomada à base de cortisona, acabará ficando com a pele sadia e poderá desenvolver crises de asma.
Esse fenômeno é freqüente na prática médica. Só não é mais notado, pelo fato da nossa medicina ter se tornado, mais do que o necessário, uma medicina de especialistas. Quando um especialista resolve um problema de um paciente, quem vai tratar a doença que veio no lugar da antiga, será provavelmente outro médico.

O que é o processo de cura da homeopatia? O que significa isso?

Quando damos o remédio de fundo a uma pessoa, nós mexemos profundamente no seu equilíbrio energético. Não é possível prever com precisão, que rumo o tratamento irá tomar, senão depois de algumas consultas. O remédio homeopático estimulará as reações de cura do seu organismo. É o próprio organismo que irá se curar, pelo efeito de seu corpo energético se reequilibrando.
Cada pessoa tem uma forma própria de reagir aos estímulos energéticos medicamentosos. Às vezes o sintoma que trouxe o paciente ao consultório, não é o primeiro a melhorar. O processo de cura costuma se fazer de dentro para fora (primeiro melhoram as doenças mais internas), ou do mais grave para o menos grave, ou de cima para baixo, mas essas são regras gerais, que nem sempre acontecem.
Se interrompemos o tratamento, interrompemos o processo de cura, fica a impressão que o tratamento não estava adiantando. Pode até parecer que havia piora do quadro, quando na verdade era o organismo que estava manifestando uma reação positiva e necessária.

Podemos tomar homeopatia e alopatia ao mesmo tempo?

Podemos tomar homeopatia e alopatia ao mesmo tempo?
Sim, desde que com critério. Acredita-se que alguns remédios alopáticos interferem no efeito da homeopatia (a cortisona, os antiinflamatórios, a cânfora...). Outros não interferem diretamente, mas vão dificultar a interpretação da resposta orgânica ao uso da homeopatia (“será que o paciente melhorou porque já descobri seu remédio de fundo ou terá sido a alopatia que o levou a melhorar?”). A decisão de receitar alopatia combinada com homeopatia deve ser do médico. Quando você achar que precisa tomar alopatia, pergunte durante a consulta, ou por telefone, se você pode fazê-lo. Por outro lado, remédio alopático receitado não deve ser interrompido sem a nossa concordância.

terça-feira, 14 de julho de 2015

O motivo de eu não comer carboidratos pela manhã

Básico sobre insulina: O motivo de eu não comer carboidratos pela manhã

Artigo traduzido por Hilton Sousa. O original está aqui.
por David Sciola

Eu frequentemente não tomo café-da-manhã, trocando-o pelo "café à prova de balas" do David Asprey – café puro, misturado com manteiga de vacas alimentadas com pasto e MCT (concentrado de triglicerídeos de cadeia média derivado do óleo de coco). Isso é tanto para performance (clareza mental) e por conveniência. Quando eu tomo o café-da-manhã, entretanto, eu geralmente fico longe dos carboidratos até o meio-dia.

Carb Backloading

Evitar os carboidratos pela manhã na prática vai contra o pensamento comum no qual as pessoas assumem que é melhor comer os carboidratos pela manhã porque você está mais sensível à insulina. Embora isso seja verdade – você está mais sensível à insulina pela manhã, e portanto vai tolerar melhor os carbs – não necessariamente significa que você deveria comer carboidratos pela manhã.
Como o John Kiefer argumenta em "Carb Backloading" e "CarbNite", com os quais estou tendo grandes resultados, é melhor não elevar a insulina de maneira alguma pela primeira parte do dia, e ao invés disso extender o estado naturalmente queimador de gordura (o jejum) depois de dormir.
Você pode conseguir isso evitando o café-da-manhã ou comendo principalmente gordura e proteína no desjejum, mantendo assim baixos os níveis de insulina.

Básico sobre insulina

Para supersimplificar maciçamente, a insulina é um hormônio secretado pelo pâncreas para controlar a glicemia. Muita glicose no sangue é tóxica para o corpo, então a insulina é liberada para facilitar a transferência de glicose da corrente sanguínea para os tecidos, de maneira a ser usada como combustível (para o cérebro, músculos e outras funções celulares), para repor as reservas de glicogênio nos músculos e fígado (para aquela maromba mais tarde), ou para ser convertida em gordura e armazenada no tecido adiposo (um problema se você quer ficar bem de biquini ou sunga).
Quando a insulina está alta, ela evita que os ácidos graxos liberados do tecido adiposo sejam usados como combustível. Portanto, se você quer queimar gordura, então níveis altos de insulina são ruins. A teoria inteira (furada, mas útil) do índice glicêmico dos alimentos (ou seja, comidas com baixo IG são melhores que comidas com alto IG) é baseada em manter a insulina baixa.
A maneira mais efetiva de aumentar a sensibilidade à insulina (e portanto de reduzir a quantidade de insulina geradora de gordura liberada pelo pâncreas) é através do treinamento de resistência. Este talvez seja O MAIOR benefício do treino com pesos, e o motivo pelo qual TODO MUNDO deveria levantar coisas pesadas ocasionalmente. Para elaborar, em CarbNite Kiefer recomenda que você faça treino de resistência no fim da tarde (das 16 às 19h) para aumentar a sensibilidade muscular à insulina, que geralmente diminui ao longo do dia. Verifique a minha rotina de malhação em 20 minutos.
A teoria é que logo após malhar você pode se dar bem com quantidades significativas de carbs, e na prática vai aumentar o crescimento muscular devido ao pico de insulina. Curiosamente, Kiefer aponta que a insulina causa o crescimento de TODOS os tecidos – tanto músculo quanto gordura – e então esse hormônio essencial pode agir tanto como amigo quanto inimigo.
Às vezes pode ser até benéfico ter picos de insulina após uma sessão de treino com pesos, para fazer os músculos crescerem, enquanto outras vezes (ou seja, quanto a sensibilidade à insulina está baixa e a resistência está alta) seria contraprodutivo aumentar a insulina demais – pois isso faria crescer o tecido adiposo. Os diabéticos (N.T.: refere-se aqui aos diabéticos tipo 2) são resistentes à insulina o tempo inteiro, que é o motivo de ser difícil para eles a perda de peso. Esse é o motivo pelo qual o treino de resistência associado a uma dieta low-carb ou cetogênica parecer ser a melhhor maneira de tratar o diabetes (Patel, 2012).

Coma gordura para queimar gordura

Pelas razões acima, eu aconselho fortemente que se evite comer carboidrato demais pela manhã se seu objetivo é queimar gordura. Aumentar a insulina logo cedo comendo uma muito carboidrato, especialmente se for uma refeição pobre em gordura e proteína, é simplesmente preparar o seu corpo para quedas de glicemia e armazenamento de gordura pelo resto do dia.
A ironia é que isso é exatamente o que a dieta americana padrão te diz para comer – cereal ou "grãos integrais saudáveis", como uma rosca de trigo integral ou sucrilhos com leite desnatado e um copo de suco! HORRÍVEL para o seu metabolismo e uma maneira garantida de sentir-se péssimo pelo resto do dia e ganhar peso. Mesmo a aveia e o musli "de liberação lenta", contrários à crença popular, não são opções saudáveis para o café-da-manhã. Não estou dizendo que você tem que comer bacon com ovo todo dia, mas certamente estou dizendo para não comer rosquinhas, cereais, iogurte desnatado e suco de frutas no desjejum!

Maldita aveia!

Eu sei que muitos de vocês, "saudáveis", adora sua aveia, castanhas, musli, frutas e iogurte pela manhã (eu já fui viciado nesse desjejum por anos!). Talvez você não goste da idéia de comer bacon e ovos logo cedo. Mas deixe-me pedir que experimentem fazer isso por uma semana: cortem os grãos, frutas e outros carboidratos pela manhã, e ao invés coma algo low-carb, rico em gordura.
Se a idéia de bacon com ovos te deixa com nojo, que tal 2 ovos cozidos e um punhado de castanhas, e se você suportar, até mesmo o resto da carne ou do peixe da noite anterior e meio abacate ? Eu garanto que você vai sentir-se melhor, com energia sobrando até a hora do almoço e sem a compulsão por doces típica das 11 da manhã. Apenas experimente.

Que tal sucos verdes ?

Eu realmente acredito que ser estrito com zero carboidrato antes do almoço é a melhor maneira de maximizar a queima de gordura. Entretanto, algumas pessoas são obcecadas com seus sucos verdes e isso está ok.
Se você insiste em beber o seu desjejum e não está interessado em café à prova de balas, eu acho que um suco verde muito pobre em carboidratos, rico em fibras e moderado em gorduras e proteínas pode ser bastante benigno pela manhã. Apenas deixe de fora as frutas ricas em frutose tais como maçã, pêra, manga, abacaxi e laranja, e ao invés disso acrescente algumas frutas vermelhas congeladas se for absolutamente necessário – algo que te permita manter o total de açúcar em 5g ou menos.
É essencial incluir alguma gordura em qualquer suco verde para possibilitar a absorção das VITAMINAS SOLÚVEIS EM GORDURA: A, D, E e K. MCT, óleo de coco, gemas de ovos caipiras e abacates são boas fontes. Eu também seria cuidadoso para não exagerar na couve e espinafre crus, pois uma carga alta de ácido oxálico pode ser problemática para algumas pessoas. É sempre melhor cozinhar levemente seus vegetais verde-escuros e comê-los com manteiga, para maximizar seu valor nutritivo.
PS: Ao que parece, o americano médio costumava comer 5 ovos por dia 1950, e veja o quão magros eles eram se comparados aos americanos de hoje (Gundry, 2012).

Gordura em primeiro lugar

Gordura saturada sobe no pódio

Um novo estudo japonês indica que níveis baixos de consumo de gordura saturada aumentam o risco de morte por AVC (acidente vascular cerebral). Os resultados sugerem que o mesmo pode acontecer com no processo aterogênico que leva a doenças do coração.
Este estudo foi uma parte do estudo coorte, sobre risco de câncer com mais de 110.000 pessoas. Destes participantes, 53.400 participantes preencheram um questionário sobre alimentação e foram acompanhados por um período de 14 anos. Este estudo é de natureza observacional e foi feito com o objetivo de observar os desfechos destes indivíduos para a progressão de doenças. gordura saturada 3
Os resultados deste estudo, alinhados a outros estudos sobre o tema, demonstram que o foco na redução da gordura saturada como fator preventivo da aterosclerose não é suportada pelos dados estatísticos. A teoria lipídica há muito tempo vem sendo questionada e colocada contra a parede devido a falta de evidências na contribuição para as doenças do coração. De acordo com os pesquisadores sobre os resultados do estudo:
gordura saturada 2v
“O consumo de gordura saturada estava inversamente associada a mortalidade por derrame. Esta associação inversa foi similarmente observada para hemorragia intraparenquimatosa e acidente vascular cerebral isquêmico”
As recomendações de 16g por dia de gordura saturada já foram questionadas pelas autoridades nutricionais, neste ano de 2015 nos Estados Unidos e a “A Academia de Nutrição e Dietética”, a maior organização mundial de profissionais de alimentação e nutrição recomendou que se tirasse a gordura saturada e o colesterol dietético da lista de preocupações para a saúde. Mais adiante, a gordura saturada dos alimentos na sua forma natural tem sido usada com muito eficiência no tratamento e na prevenção da obesidade e outras patologias crônicas associadas aos processos inflamatórios do corpo.
De acordo com a nutricionista e presidente da Academia Sonja L. Connor:
“A Academia aplaude a revisão sistemática baseada em evidências da literatura, que é vital para a avaliação da ciência da DGAC (comitê das diretrizes nutricionais)”
A academia americana, atualmente, não apenas defende não reduzir as gorduras saturadas da dieta, mas foi além e elogiou o Comitê Consultivo das diretrizes nutricionais de 2015 por terem escrito um relatório com base em provas científicas.
“Nós elogiamos o Departamento de Saúde e Serviços Humanos e o Departamento de Agricultura pelo compromisso com a biblioteca de evidência nutricional e seus esforços contínuos em reforçar a abordagem baseada em evidências para a avaliação da literatura científica para futuras recomendações dietéticas.” Disse a presidente da academia.
Voltando ao estudo em foco, demonstrando uma correlação entre os níveis baixos de gordura saturada no sangue e uma pior saúde das artérias na população japonesa, o fato dos japoneses consumirem uma dieta mais tradicional e reconhecida por muitos pesquisadores como mais saudável do que a dieta americana pode explicar porque a gordura saturada vinda através de alimentos naturais e não processados, como peixes nativos de água fria, por exemplo, são responsáveis pelo efeito supostamente protetor nesta população.
Dos mais de 14.000 japoneses observados, o consumo de 18 a 40g de gordura saturada por dia, quantidades relativamente altas, foi o teor de gordura saturada mais associado à redução das mortes por AVC. Por outro lado, o consumo de menos de 11g de gorduras saturadas por dia foi relacionado, nesta população, a uma maior incidência de derrames e a um risco quase  66% maior, enquanto quantidades mais moderadas de gordura saturada, 15 a 18g por dia de gordura saturada, foi relacionado em 20%.
Para colocar em perspectiva para os leitores do blog, em uma dieta isocalórica de 2000 calorias por dia, 18g de gordura saturada por dia representam 8.2% das calorias na forma de gordura saturada, enquanto 40g de gordura saturada por dia representam 18.2% das calorias diárias.

Saúde está nos ossos

Já pensou em utilizar ossos na hora de cozinhar?

Não! Essa não é uma receita da Cuca ou qualquer outra bruxa das histórias. Essa é uma receita de saúde e que vai te ajudar a mantê-la em dia. Pode acreditar, pois o assunto é bem sério.
Quando você cozinha utilizando ossos, ou então, o caldo de carne feito em casa, está melhorando e muito a qualidade nutricional dos alimentos. Na verdade, você está criando uma sopa rica em minerais.
Os ossos das carnes, vistos com certo desprezo, são a melhor parte e possuem um imenso potencial. Eles são tecidos vivos apesar da estrutura inerte, mas que contêm uma capacidade nutricional riquíssima. Infelizmente, muita gente não avalia esse potencial.
Anote essa dica e cole-a na porta da geladeira para não esquecer jamais:
Cozinhe os ossos em fogo baixo por um dia inteiro! Fazendo isso você terá um dos alimentos mais nutritivos e curativos que existe. Você pode usá-lo para sopas, guisados e até mesmo tomá-lo. A “pele que se forma no topo é ainda a melhor parte, contendo nutrientes valiosos, juntamente com gorduras saudáveis. Por isso, conserve essa pele no caldo.
Veja o que mais há de bom:
1 - Medula óssea: é um super alimento que os nossos ancestrais valorizavam muito. É gorduroso com um pouco de proteína e cheio de minerais.
2 - Colágeno e gelatina: muitas gelatinas comerciais provem de colágeno de animais, portanto você pode conseguir isso em casa. Gelatina, é benéfica para pacientes com úlcera e reduz dor articular em atletas.
3 - Glicina: osso é riquíssimo em glicina. É um aminoácido não essencial que melhora a qualidade do sono e tem importante ação antioxidante.
4 - Prolina: outro aminoácido não essencial encontrado nos ossos e que melhoram a visão. É importante precursor da formação de colágeno.
5 - Ácido hialurônico: importante no rejuvenescimento da pele e melhora a condição das articulações.
6 - Sulfato de condroitina: usado para a melhora de osteoartrite, agindo na redução da progressão desses problemas.
7 - Cálcio: importante fonte natural de cálcio, especialmente para quem não consome leite e vegetais em quantidade suficiente.
8 - Fósforo: há boa quantidade nos ossos, e age especialmente tamponando a acidez no sangue.
9 - Magnésio: os ossos são uma excelente fonte de suplementação do magnésio, uma vez que a alimentação moderna está carente desse mineral.
10 - Enxofre, potássio e sódio: são minerais que precisamos em pequenas quantidades, mas importantes para a saúde. Melhoram a função articular.
Lembre-se que a melhor forma de se extrair todas essas vantagens dos ossos é cozinhando com eles, ou usá-lo na forma de caldo. Esse caldo pode ser guardado e usado rotineiramente no preparo dos alimentos!

Ossos é saúde

Já pensou em utilizar ossos na hora de cozinhar?

Não! Essa não é uma receita da Cuca ou qualquer outra bruxa das histórias. Essa é uma receita de saúde e que vai te ajudar a mantê-la em dia. Pode acreditar, pois o assunto é bem sério.
Quando você cozinha utilizando ossos, ou então, o caldo de carne feito em casa, está melhorando e muito a qualidade nutricional dos alimentos. Na verdade, você está criando uma sopa rica em minerais.
Os ossos das carnes, vistos com certo desprezo, são a melhor parte e possuem um imenso potencial. Eles são tecidos vivos apesar da estrutura inerte, mas que contêm uma capacidade nutricional riquíssima. Infelizmente, muita gente não avalia esse potencial.
Anote essa dica e cole-a na porta da geladeira para não esquecer jamais:
Cozinhe os ossos em fogo baixo por um dia inteiro! Fazendo isso você terá um dos alimentos mais nutritivos e curativos que existe. Você pode usá-lo para sopas, guisados e até mesmo tomá-lo. A “pele que se forma no topo é ainda a melhor parte, contendo nutrientes valiosos, juntamente com gorduras saudáveis. Por isso, conserve essa pele no caldo.
Veja o que mais há de bom:
1 - Medula óssea: é um super alimento que os nossos ancestrais valorizavam muito. É gorduroso com um pouco de proteína e cheio de minerais.
2 - Colágeno e gelatina: muitas gelatinas comerciais provem de colágeno de animais, portanto você pode conseguir isso em casa. Gelatina, é benéfica para pacientes com úlcera e reduz dor articular em atletas.
3 - Glicina: osso é riquíssimo em glicina. É um aminoácido não essencial que melhora a qualidade do sono e tem importante ação antioxidante.
4 - Prolina: outro aminoácido não essencial encontrado nos ossos e que melhoram a visão. É importante precursor da formação de colágeno.
5 - Ácido hialurônico: importante no rejuvenescimento da pele e melhora a condição das articulações.
6 - Sulfato de condroitina: usado para a melhora de osteoartrite, agindo na redução da progressão desses problemas.
7 - Cálcio: importante fonte natural de cálcio, especialmente para quem não consome leite e vegetais em quantidade suficiente.
8 - Fósforo: há boa quantidade nos ossos, e age especialmente tamponando a acidez no sangue.
9 - Magnésio: os ossos são uma excelente fonte de suplementação do magnésio, uma vez que a alimentação moderna está carente desse mineral.
10 - Enxofre, potássio e sódio: são minerais que precisamos em pequenas quantidades, mas importantes para a saúde. Melhoram a função articular.
Lembre-se que a melhor forma de se extrair todas essas vantagens dos ossos é cozinhando com eles, ou usá-lo na forma de caldo. Esse caldo pode ser guardado e usado rotineiramente no preparo dos alimentos!

Liberação da Auto-Hemoterapia

 Liberação da Auto-Hemoterapia

Por que isto é importante

Os brasileiros sofrem com o descaso da saúde. Sem acesso aos tratamentos mais caros, enfrentam filas e até morrem sem ter um atendimento adequado. A Auto Hemoterapia é uma técnica simples utilizada em vários países, sendo proibida somente aqui no Brasil pelo Conselho Federal de Medicina, CFM e Pela ANVISA, Agencia Nacional de Vigilancia Sanitaria. Sem se preocuparem ao menos com os milhares de relatos que atestam a eficácia dessa técnica, simplesmente a proibiram de ser utilizada pelos medicos e enfermeiros, alegando que não tem comprovação científica. Não fazem nenhum tipo de pesquisa ou criam uma comissão para estuda-la, deixando assim uma população enorme que já utiliza essa técnica em situação clandestina.

Encontrado o Simillimum, há que determinar a:

Prescrição E Posologia Em Homeopatia Encontrado o Simillimum, há que determinar a:
  • Diluição;
  • Dose;
  • Frequência com que o remédio é administrado.
Nesta matéria, a prática do homeopata é a norma que o deve conduzir e as considerações que se seguem devem tomar-se como meramente indicativas.
Certos homeopatas usam quase que exclusivamente as baixas diluições, outros as altas – em regra os unicistas utilizam as altas diluições: 30 CH e mais –. Neste campo, a experiência individual é que deve ditar as regras, embora existam certas regras básicas que não se podem esquecer:
  • Quanto mais alta a diluição e maior a similitude do medicamento seleccionado, mais prolongada no tempo será a acção medicamentosa.
  • Os pacientes idiossincrásicos são particularmente sensíveis a qualquer tipo de diluição homeopática, logo, as reacções adversas ou a acção medicamentosa susceptibilizam-se de perdurarem no tempo, inclusive nas baixas diluições e em circunstâncias de similitude imperfeita.
  • O medicamento não deve ser repetido enquanto o paciente ainda estiver a beneficiar dos efeitos da dose anterior. Só quando a acção do remédio estiver esgotada, deve o mesmo ser repetido.
  • As tomas sucessivas do medicamento só se devem processar mediante uma alteração – mesmo que moderada – da potência ou da dose.
§ 247 do Organon - A alteração das doses ou da potência nas tomas sucessivas em casos crónicos é fundamental. Explicamos agora, que a cada dose ingerida, o medicamento homeopático vai-se deparar com a força vital, não no seu estado original, mas sim alterada pela acção da dose anterior. Deste modo, uma dose do medicamento dinamicamente similar à anterior, não produzirá efeitos terapêuticos porque a força vital se encontra expectante face a nova potência ou dose. O quadro do paciente poder-se-á deste modo manter ou até mesmo agravar.
  • A utilização simultânea de medicamentos não se traduz numa cura mais célere e pode atrapalhar a escolha da diluição, dose ou a frequência de administração.
  • A frequência com que o medicamento é administrado, em regra é directamente proporcional ao número da diluição. Nas altas diluições o espaçamento entre a administração das doses deve ser aumentado
Na presença do simillimum, parece que todas as diluições são curativas, no entanto, quanto mais alta a diluição maior a probabilidade de uma cura permanente.

Atente-se que as altas diluições não devem ser ministradas a doentes incuráveis ou hipersensíveis. Os primeiros acabam por depauperar, enquanto os segundos adquirem os sinais patogenésicos do medicamento.
As mulheres e as crianças reagem geralmente bem aos medicamentos, pelo que devemos começar com baixas diluições. O mesmo se diga no que toca aos indivíduos hipersensíveis, propensos a fazer a patogenesia do medicamento ministrado.
Quando a similitude é grande, podem subir-se as diluições, mesmo nos quadros agudos, o que obriga ao espaçamento das doses – ex. 15 ou 30 CH –. Na doença aguda podem preferir-se as baixas diluições ministradas a pequenos intervalos, inversamente proporcionais à intensidade dos sintomas – ex. de 24 em 24 horas; ½ em ½  hora; ¼ em ¼ de hora e até de 5 em 5 minutos –, espaçando-se as doses em função das melhoras. Tratando-se de uma doença aguda ou crónica com similitude muito imperfeita devem utilizar-se baixas diluições – ex.: 5 CH –. De qualquer modo, o conceito de alta e baixa diluição depende, como já foi referido, da experiência clínica do homeopata.
Nas doenças agudas as diluições baixas são tomadas várias vezes por dia.
Nos casos crónicos, podem ministrar-se altas diluições – ex.: 30CH; 200 CH –, aguardando-se que o efeito do remédio termine para eventual repetição – só se repetirá a dose caso os sintomas melhorem ou se mantenham inalteráveis. Caso surjam sintomas acessórios ou o quadro clínico agrave dever-se-á proceder à reavaliação da prescrição – ou então, uma diluição média de modo contínuo, aumentando-se progressivamente a potência ou a dose.
O efeito dos medicamentos homeopáticos no tempo, depende do próprio medicamento, do paciente e da diluição. Pode dizer-se, grosso modo, que em média as doses baixas – até 5 ou 6  CH – têm um efeito de cerca de 4 horas, as médias – 7 CH a 12 CH – de 1 ou mais dias, e as altas – superiores a 15  CH – de uma semana ou mais.
Na perspectiva da Escola Pluralista, em casos agudos – domínio orgânico ou lesional –, recorre-se a baixas diluições (5 ou 6 CH); nos quadros subagudos – domínio funcional – a diluições médias (7 a 9 CH);  e nos casos crónicos – muito especialmente na esfera mental – empregam-se as altas diluições (superiores a 15 CH, muito especialmente a 30 CH).
Não há uma definição única classificatória das diluições.
O iniciado na arte de curar homeopática, deve começar por ministrar doses baixas, ou médias, aumentando-as gradualmente em função do acumular da experiência clínica. Deve também estar atento ao facto de que a repetição continuada de uma substância pode gerar uma doença medicamentosa grave – iatrogénica –, cuja única possibilidade de cura ou minimização sintomática é o recurso a substâncias antídotas – podemos referir aqui, o caso de Kent, que se viu obrigado a antidotar continuadamente os efeitos perversos da toma continuada de um medicamento homeopático pela sua terceira mulher –.
Aconselhamos o iniciado na prática homeopática, a começar com baixas diluições, aumentando-as progressivamente.
Assim, encontrado o simillimum ou o medicamento mais apropriado, o tratamento pode iniciar-se com uma dose de 6 CH – a menos propensa a agravamentos, segundo certos autores –, aumentada progressivamente logo que o seu efeito termine, para 12 CH, 15 CH e 30 CH.
Como já foi discutido no artigo referente aos medicamentos, estes podem apresentar-se sob a forma de gotas, grânulos ou glóbulos. Existem ainda as pomadas e os unguentos, estes de fabrico mais recente do que as outras formas medicamentosas.
Os grânulos são ministrados sublingualmente, em regra, três, longe das refeições.
Segundo o grau de dinamização-diluição, o pluralismo preconiza em regra:
  • Se em 5 CH, duas, três ou mais vezes por dia;
  • Se em 7 CH, três grânulos uma vez por dia;
Se em 30 CH, três grânulos em dois ou três dias alternados.É de referir que esta posologia é meramente indicativa e depende de todos os factores acima mencionados.
A dose de glóbulos – existente no mercado com tal denominação – pode ser substituída por 12 grânulos tomados de uma só vez:
  • Se em 15 CH, uma vez por semana.
  • Se em 30 CH, uma vez por mês.
As gotas são vertidas sublingualmente, ou dissolvidas em água pura – 1 gota por colher de água – , fazendo-se equivaler a cada glóbulo uma gota.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

A importância biológica da gordura saturada

A importância biológica da gordura saturada
Existe uma razão para que o leite materno tenha 54% de gordura saturada. As membranas celulares precisam de ácidos gordurosos  para funcionar corretamente e se tornarem “à prova d’água”. O coração prefere a gordura saturada de cadeia longa, com 16 átomos de carbono (ácido palmítico) e de 18 carbonos (ácido esteárico) para o obter energia. Os ossos precisam da gordura para assimilar o cálcio efetivamente. Ela protege o fígado dos efeitos adversos do álcool e medicamentos como Tylenol. O sufactante pulmonar é composto inteiramente do ácido plamítico, e quando este é presente em quantidades suficientes, pode prevenir asma e outros distúrbios respiratórios.

terça-feira, 7 de julho de 2015

"Amar é correr o risco de não ser correspondido. Viver é correr o risco de morrer. Confiar é correr o risco de decepcionar. Tentar é correr o risco de fracassar. Há pessoas que não querem correr risco, elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não mudam, ficam estáticas, não amam, não crescem não sentem. Vivem acorrentadas por suas atitudes, viram escravas de si e para não correr riscos se privam de sua liberdade. Somente quem se atreve a correr risco é realmente livre!" Sêneca (orador Romano) Ano II D.C.

Modelo hipocrático de cura

De acordo com Moreno (2007) o modelo Hipocrático se baseia na medicina com o modelo energético
, ou seja, pelo estímulo ou aumento da vibração eletromagnética positiva (VEP). Esse processo acessa diretamente os corpos energéticos e etéricos de energia vital do indivíduo.
É no mental devido às influências das emoções não tratadas ou não trabalhadas que se formam as máculas, ou alterações psicossomáticas que provocam os desequilíbrios no corpo físico e depois se transformam em doenças.
Através dos padrões de VEP essas máculas são dissolvidas ou diluídas. Assim que estes bloqueios energéticos vão sendo dissolvidos. O Indivíduo ou Ser vivo restabelece a saúde.
Nesse processo de diluir os bloqueios, o corpo expele as toxinas. Também chamado de exonerações ou agravamento. Pode ser através do sangue em forma de pus, pela pele com coceiras ou pelo intestino com diarréias.
O agravamento pode ser físico, mental ou emocional. Que fique claro. Esse agravamento é uma crise curativa. É a prova concreta desse fato e serve de confirmação para o terapeuta de que o paciente está sendo curado.
Para se atingir o corpo físico pode-se usar fitoterápicos e homeopatia. Para se atingir o mental e o emocional se usam a homeopatia e florais. Outras técnicas como acupuntura, massagem entre outras, irão igualmente complementar e elevar os padrões da VEP.
É difícil identificar o grau de agravamento. Este é muito particular em cada indivíduo. Tem se que cuidar ao indicar as potências na homeopatia para se evitar grandes agravamentos. O paciente pode desistir do tratamento. As pessoas não estão acostumadas nem informadas sobre esses agravamentos. Quando pioram não tem paciência para esperarem o corpo reagir e superar a crise. Na verdade as pessoas não têm conhecimento como funciona este tipo de tratamento nem acreditam que seja tão eficiente. A mídia não tem interesse em formar este tipo de opinião. As pessoas em geral acham muito mais simples e rápido tomar um comprimido. Parecem bons de imediato, mas irão enfraquecer e adoecer ainda mais o indivíduo. A medicina galênica vem trazendo grandes prejuízos à saúde.
No modelo Hipocrático a rapidez e a permanência da cura vão depender de como se encontra o paciente. Se estiver mais equilibrado, será rápido. Se em desequilíbrio será em fases, com altos e baixos, com os agravamentos. Esse processo leva algum tempo, que é particular para cada indivíduo.
A origem das doenças é complexa para se determinar uma só causa. Está de acordo com a realidade de cada pessoa. Inserida em diferentes graus de desarmonia e irá reagir de forma específica e individual ao tratamento com a VEP. Após o nascimento temos a influência de nossos ancestrais com o código genético, além desse fator, sofremos influência de todos os outros fatores chamados de miasmas, Moreno (2005).

Modelo Galênico
De acordo com Moreno (2007), a medicina seguindo o Modelo Hipocrático é completamente oposta ao Modelo Galênico. De acordo com a lei de cura, o primeiro modelo (Hipocrático) energiza positivamente e equilibra a força vital. No outro modelo (Galênico) o indivíduo é incurável, vai desenvolvendo comportamento de morto-vivo, sem vontade e sem integrar-se a sua própria realidade. Neste último modelo o “Ser Vivo” morre doente. A origem da doença não é atacada. Em médio e longo prazo, leva ao fracasso da vida.

Discussão

Modelo Galênico



De acordo com Moreno (2007), a medicina seguindo o Modelo Hipocrático é completamente oposta ao Modelo Galênico. De acordo com a lei de cura, o primeiro modelo (Hipocrático) energiza positivamente e equilibra a força vital. No outro modelo (Galênico) o indivíduo é incurável, vai desenvolvendo comportamento de morto-vivo, sem vontade e sem integrar-se a sua própria realidade. Neste último modelo o “Ser Vivo” morre doente. A origem da doença não é atacada. Em médio e longo prazo, leva ao fracasso da vida.

O modelo hipocrático de cura

O modelo Hipocrático gera a cura integral e duradoura, desencadeia a cura mental e emocional, conseqüentemente a fase biológica ou química. O indivíduo fica livre de doenças. Se normalizado e equilibrado segue sua vida. Obtém a morte por velhice ou acidente.

Segundo Hahnemann, a alopatia é uma técnica, um saber, uma ciência para manter a pessoa “doente” até morte sem nunca se preocupar em normalizá-la. Conforme Moreno (2007), o modelo Galênico utiliza medicamentos químicos sintetizados que desorganizam ainda mais as glândulas e a fase energética, através de estímulo negativo. Os desequilíbrios são apenas interiorizados para o subconsciente. O indivíduo é drasticamente desergenizado. Sem domínio da mente e das funções fisiológicas. Tudo funciona com lentidão e retardamento. O “Ser Vivo” morre sem recuperar a lucidez mental. Se essa técnica médica fosse eficiente, porque há tantos doentes e novas doenças su

A cura é um crime para o sistema Hoje quem consegue curar qualquer doença é considerado um criminoso porque vai tirar o emprego ou seria o pregado do sistema da doença; onde a doença, a dor, a angústia que é uma ansiedade que dói, são moedas da ganância e da crueldade do ser humano desarmonizado.