sexta-feira, 5 de junho de 2015

Onde está a doença está a cura

Homeopatia anuncia cura para o homossexualismo

Homeopatia anuncia cura para o homossexualismo

O cantor Ricky Martin estaria fazendo tratamento homeopático desde o começo deste ano.O cantor Ricky Martin estaria fazendo tratamento homeopático desde o começo deste ano.
O cantor Ricky Martin estaria fazendo tratamento homeopático desde o começo deste ano.

O cantor Ricky Martin estaria fazendo tratamento homeopático desde o começo deste ano.

Com apenas duas bolinhas por dia, durante dois anos, homens e mulheres homossexuais podem se transformar em héteros convictos. Isso é o que garante a Associação Internacional de Homeopatia Real (AIHR), em seu comunicado distribuído na manhã de hoje.

“O termo opção sexual nunca foi tão correto, afinal de contas agora só é gay quem quer. A pessoa que quiser se libertar desta condição, só precisa procurar um médico homeopata”, garante Luiz Carlos Cardamomo, presidente da AIHR.

O Grupo de Gay e Lésbicas Arrependidas de São Paulo (GGLASP) demonstrou indignação com o anúncio. “Dois anos de tratamento? Quem é gay e sofre preconceito precisa de algo imediato. Sexo anal é como o crack, depois da segunda experiência a pessoa já está viciada, não tem mais como parar”, avisa Roberto Demerval , presidente do grupo.

Outra associação de gays com grande representatividade, a Gays Pelo Mundo, se sentiu traída. “Isso é um absurdo. Muitos de nossos membros participaram dos estudos achando que estas pílulas eram para tratar o stress. Isso acabou com vários relacionamentos estáveis entre homens do nosso grupo”, reclamou Wilson Carlos Costa. “E como fica a cabeça dessas pessoas, que passaram a vida inteira achando que eram gays, e agora estão soltas por aí, frequentando estádios de futebol e carnavais fora de época?”

Para a AIHR nada disso interessa. “O que importa é que nós provamos mais uma vez a eficiência do tratamento homeopático”, defendeu Cardamomo.

“Temos inclusive muitas famílias gratas por esta descoberta, e até mesmo pessoas famosas que já se utilizaram do nosso tratamento com sucesso”, confirmou. “Uma de nossas maiores vitórias foi a cantora Luiza Possi, que já anunciou estar namorando um homem, finalmente”.

E a Associação de Homeopatia Médica não pára por aí. “Nossa próxima pesquisa que já tem revelado resultados muito animadores é a cura do ananismo. Já conseguimos fazer anões crescerem cerca de 5 centímetros por ano, sem aumentar o tamanho das suas cabeças.”

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Curcumina o maravilhoso açafrão da saúde

O PODER DA CURCUMINA NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE DOENÇAS

Written by admin. Posted in Sem categoria

O Açafrão da Índia, “Turmeric” ou “Cúrcuma” (Curcuma longa Linn.) é uma planta da família do gengibre (Zingiberaceae) sendo a raiz a parte mais utilizada na culinária e na medicina. No Brasil, principalmente em Minas Gerais e Goiás, é conhecida como Açafrão da Terra, Açafroa ou Gengibre Amarelo.
 É no rizoma da Curcuma longa que está o componente mais ativo da planta, a curcumina presente em 2 a 5% deste delicioso tempero. A curcumina, isolada pela primeira vez por Vogel, em 1842, é um pó insolúvel na água e no éter, mas solúvel no etanol e no DMSO. A sua estrutura foi descrita por Lampe e Milobedeska em 1910 e quimicamente é um diferoilmetano com a fórmula C21H20O6 e peso molecular 368,4.
Mas então chega de conversa técnica e vamos ao motivo pelo qual resolvi escrever sobre esta poderosa substância.
Antes de começar a escrever, deixem-me só lembrar àqueles que já começam pensando em ser ou não científico, que falar sobre Antioxidantes já foi tema de prêmio Nobel de Medicina. Quer algo mais científico do que um prêmio Nobel?
Vocês sabem que infelizmente a medicina moderna se tornou refém da indústria farmacêutica, então dificilmente teria olhos para qualquer substância barata e disponível a todos sem patentes laboratoriais. Entretanto a pressão vem sendo tanta, que não há mais como “barrar” os estudos científicos independentes. Isto acontece porque a medicina convencional não está conseguindo vencer a guerra contra câncer, doenças cardiovasculares e etc., mesmo lançando mão de teorias e mais teorias a respeito, drogas modernas e tecnologia avançada.
A Curcumina é muito consumida na Índia, cerca de 100 mg/dia por habitante, como tempero. E coincidentemente indianos têm baixíssimos índices de câncer. Entretanto, estudos demonstraram que aqueles indianos que modificaram suas dietas e deixaram de utilizar esta substância em seu dia a dia, passaram a apresentar maior incidência de câncer, principalmente aqueles que passaram a viver nos Estados Unidos e seus descendentes. Mas porque então uma “medicação natural” como esta nunca foi estudada ou não chegou com esta informação a você, já que é utilizada há mais de 6 mil anos pela medicina Ayuverdica para tratar desordens biliares, anorexia, tosse, feridas em diabéticos, alterações hepáticas, reumatismo, sinusite, entre outras afecções, ou seja, com tempo “imbatível” de utilização e sucesso terapêutico? Simples de responder: Primeiramente ela é sim estudada e  em uma rápida busca, encontrei mais de 2300 referências no Medline (maior site de busca de trabalhos científicos na área médica) sobre a atividade biológica da curcumina. Se buscarmos então no “Google Acadêmico” (www.schoolar.google.com.br), encontramos mais de 61 mil estudos, ou seja, estudos existem e não são poucos, o que falta é realmente interesse e tempo de profissionais de saúde! Não é mais fácil receber um representante da indústria farmacêutica cheio de amostras grátis e passar a receitar medicamentos? Pior ainda, recebendo informações destas novidades de pessoas treinadas unicamente para vendê-los, sem compreenderem absolutamente nada sobre a fisiologia do corpo humano? Pois bem, fazendo um breve resumo dos efeitos comprovados da Cúrcuma sobre o corpo humano, listo abaixo:
1)     Anticâncer
2)     Aumenta o efeito da quimioterapia nas situações de resistência a múltiplas drogas
3)     Antiaterosclerótico
4)     Anti-inflamatório
5)     Reduz o colesterol
6)     Diminui a oxidação da LDL
7)     Inibe a agregação das plaquetas
8)     Diminui o tamanho da trombose no infarto do miocárdio
9)     Diabetes tipo II: hipoglicemiante, diminui os níveis de hemoglobina glicosilada e diminui a microalbuminúria
10)   Esclerose Múltipla: diminui as crises de exacerbação
11)   Alzheimer: retarda o processo degenerativo
12)   Fibrose cística: corrige alguns defeitos
13)   Doenças inflamatórias dos olhos: uveíte anterior crônica, pseudotumor orbital idiopático
14)   Diminui as dores na artrite reumatoide
15)   Efeito nas doenças de pele: psoríase e dermatites
16)   Efeito na esclerodermia
17)   Estimula regeneração muscular
18)   Melhora a regeneração das feridas
19)   Ajuda a cicatrizar escaras
20)   Protege o fígado e rins de lesões tóxicas
21)   Aumenta a secreção biliar
22)   Diminui a formação de cálculo biliar
23)   Efeito nas doenças inflamatórias de intestino
24)   Protege contra a formação de catarata
25)   Protege o pulmão da fibrose
26)   Inibe a replicação do HIV
27)   Inibe a reprodução das leishmanias
Aconselho que “usem e abusem” deste nutriente em sua dieta, pois estudos já demonstraram que podemos ingerir até 8 g/dia sem efeitos colaterais. E digo mais, para os apreciadores da Pimenta do Reino, saibam que a adição da mesma à Curcumina aumenta a sua biodisponibilidade celular, que sozinha é muito baixa, devido à rápida glucoronidação hepática e intestinal. A adição de pimenta do reino (Piper nigra) aumenta em 2000% a biodisponibilidade do princípio ativo. Na Índia o povo adora açafrão e pimenta. E a medicina moderna negou tudo que aconteceu antes das drogas farmacêuticas, simplesmente ignorando estas sabedorias milenares né…
Para aqueles que não gostam do molho curry ou que não conseguem adequá-lo em suas dietas, existe a possibilidade também do uso em cápsulas manipuladas, como faço. Doses são prescritas conforme cada individualidade, então desculpem-me, mas não poderei responder estas dúvidas pessoais. Mas saibam que os estudos comprovaram que o uso DIÁRIO é que tem efeito protetor, não só o uso eventual ok? Vocês sabem da problemática que enfrentamos na estreita relação das indústrias farmacêuticas e a medicina, pois vivo falando sobre isto, não é mesmo? Pois é, saibam então que eles estão buscando de todas as formas, desenvolver substâncias análogas da Curcumina, porém modificadas bioquimicamente para que possam ser patenteadas e assim vendidas por 17 anos por aquela que produzir exclusivamente. Ou seja, enquanto isto não ocorrer, a informação não irá também chegar ao profissional de saúde, muito menos à população. Portanto, espero que me ajudem a divulgar isto, buscando quebrar esta condição corrupta e prejudicial imposta pela indústria da doença. Quero lembrar novamente que não sou homeopata, sou médico alopata, que faz de sua prática médica 80% do tempo voltada para cirurgias plásticas e que por este motivo utilizo medicamentos sim, mas sou uma pessoa que acredita em medicina honesta e que ajuda, funciona, independente da forma com que é feita, portanto quando medicamentos são necessários devemos utilizá-los, porém quando existem outras formas melhores, não podemos nos cegar pelo simples desconhecimento. Ou estudamos (que é nossa obrigação) e falamos sobre aquilo que conhecemos, ou não temos o direito de emitir opinião sobre aquilo que desconhecemos.
Nas palavras de Bharat Aggarwal e Shishir Shishodia (grandes estudiosos da Cúrcuma e seus efeitos no ser humano): “Vamos fazer uma viagem para nossas “RAIZES” antigas para explorar as “RAIZES” da Curcuma longa”.
Amigos, para aqueles que não são da área médica indico que parem por aqui a leitura, pois a partir do próximo parágrafo serei mais técnico para demonstrar cientificamente os meios pelos quais este poderoso antioxidante age inclusive como anti-câncer, uma vez que o ceticismo médico sobre o desconhecido é imperativo e mesmo que eu forneça uma série de referências bibliográficas ao final do post, a maioria deverá ouvir falar a respeito e dizer que faltam estudos científicos e etc…

Aos colegas profissionais de saúde:

Efeitos da Curcumina no Câncer
 A curcumina possui uma série de efeitos na prevenção e no tratamento do câncer. É o fitoquímico que inibe o maior número de vias de sinalização, transdução e transcrição que conhecemos e por esse motivo possui potente efeito no câncer como antiproliferativo, apoptótico, antiangiogênico e antimetastático.
Efeitos da Curcumina no Câncer in vitro.
 A curcumina suprime a proliferação de vários tipos de células tumorais in vitro: carcinoma de mama, carcinoma de cólon, carcinoma de próstata, carcinoma basocelular, melanoma, leucemia mielógena aguda, leucemia de células T e linfoma de células B. A curcumina interfere na proliferação celular maligna de várias maneiras: inibe os efeitos dos fatores de crescimento tumoral, inibe proteínas envolvidas no ciclo celular e inibe a ornitina decarboxilase (ODC).
A apoptose é um modo discreto das células morrerem sem fazer alarde, digo inflamação. Provocar apoptose em paciente com câncer grau IV não faz piorar o seu estado geral já tão comprometido. A curcumina é capaz de induzir apoptose nas células malignas por mecanismos dependentes ou não dependentes da mitocôndria.
No mecanismo mitocondrial, o que acontece em grande número de células, a curcumina ativa sequencialmente a caspase 8, a diminuição do potencial transmembrana mitocondrial, a abertura dos poros de transição, a liberação de citocromo-c, a ativação da caspase -9, a ativação da caspase-3, a clivagem do PARP e finalmente a fragmentação do DNA e apoptose.
Nos mecanismos não mitocondriais a apoptose acontece por:
1)     Diminuir a produção de proteínas antiapoptóticas bcl-2 e bcl-x
2)     Induzir a proteína bax através da p53, provocando apoptose no câncer de mama
3)     Induzir a proteína p53 mediadora da apoptose no câncer de cólon
4)     Aumentar a oxidação intracelular por aumento da geração de radicais livres com a diminuição do GSH intracelular.
5)     Inibir PTK e PKC
Mecanismos de Ação da Curcumina nas Vias de Sinalização das Células Malignas:
1)     Inibe a Via Fator de Crescimento
     1)     Inibe a atividade da proteína tirosina kinase (PTK) do receptor EGF
     2)     Inibe a fosforilação da tirosina provocada pelo receptor EGF
     3)     Inibe a atividade kinase intrínseca do receptor EGF
2)     Inibe a Via MAPK – “mitogen – activated protein kinases
     1)     Inibe a via de sinalização c-Jun Nterminal kinase (JNK)
     2)     Inibe a ativação da IL-1 sobre a MAP kinase
     3)     Diminui a expressão do gene MMP
3)     Suprime a transcrição do fator de transcrição early growth response-1 (Egr-1)
4)     Diminui a expressão de receptores andrógenos e a sua transativação
5)     Inibe a Via da Proteína Kinase – serina/treonina proteína kinases
     1)     Inibe a proteína kinase C (PKC)
     2)     Inibe a proteína kinase A (PKA)
     3)     Inibe a fosforilase kinase (PhK)
     4)     Inibe a autofosforilação-ativada pela proteína kinase (AK)
     5)     Inibe a proteína kinase dependente do AMP-cíclico
6)     Inibe a Via AP-1 (Ativador da Proteína-1)
     1)     Inibe a expressão dos proto oncogenes c-fos , c-jun e c-myc induzidas por TPA (agente promotor de tumor)
     2)     Inibe a expressão das proteínas c-Jun e c-Fos induzidas por raio ultravioleta e TPA
     3)     Inibe a IL-1 e o TNF induzido pelo AP-1
     4)     Inibe a ativação do AP-1 induzida por TPA
     5)     Inibe a liberação do AP-1
     6)     Inibe a IL-1 estimulada pelo AP-1
     7)     Diminui a expressão do gene MMP
 Inibe a Via NF-kappa B
    1)     Suprime a ativação da transcrição do NF-kappa B no núcleo
    2)     Inibe a IL-1, a IL-1alfa e o TNF induzido pelo NF-kappa B
    3)     Inibe a ativação do NF-kappa B induzida pelo TPA (agente indutor de tumor)
    4)     Inibe a ativação do NF-kappa B induzida por quimioterápicos
    5)     Inibe a produção e a liberação de TNF
    6)     Inibe a produção de citocinas inflamatórias pelos monócitos do sangue e macrófagos alveolares
    7)     Regula a expressão de citocinas pró-inflamatórias
    8)     Inibe a atividade da Ikappa B kinase, que é ativador do NF-kappa B
    9)     Inibe a resposta angiogênica induzida pelo MMP-9 (matrix metaloprotease) e FGF-2 (fibroblast growth factor)
    10)   Diminui a expressão do gene MMP
    11)   Reduz a expressão do gene fator tissular endotelial
    12)   Inibe a transcrição e a expressão da COX2
    13)   Inibe a expressão da enzima oxido nítrico sintetase induzida (iNOS) e diminui a produção de ácido nítrico
    14)   Induz a expressão do gene p21
1)     Suprime a ciclin dependente de kinase (CDK), a ciclin D1, inibindo ciclo celular
1)     Outros
    1)     Inibe a atividade da fosfolipase D em mamíferos
    2)     Inibe a Ca-ATPase do retículo sarcoplásmico
    3)     Aumenta a velocidade de acúmulo intracelular de cálcio iônico
    4)     Inibe a atividade e a expressão da LOX e COX
    5)     Induz aumento da atividade da glutationa S-transferase (GST)
    6)     Modula a atividade do citocromo P450
    7)     Modula a P-glicoproteína e induz sensibilidade aos quimioterápicos
    8)     Estimula a expressão das proteínas de estresse
    9)     Inibe a proteína farnesil transferase (FPTase)
    10)   Suprime moléculas de adesão, suprimindo metástases
    11)   Suprime a formação de citocinas inflamatórias: TNF, IL-1,IL-12 e quimocinas
    12)   Inibe a atividade da telomerase
Inibição da Inflamação pela Curcumina
A inflamação está implicada na carcinogênese e a curcumina é um potente agente anti-inflamatório. Joe, em 1997, mostrou que 10 micromoles de curcumina inibem em 82% a incorporação de ácido araquidonico na membrana citoplasmática de macrófagos do peritônio do rato. Também inibe em 45% a incorporação de prostaglandina E2 e 61% de leucotriene B4 ao lado de aumentar em 40% a secreção de 6-ceto PGF1a.
A curcumina inibe a secreção de colagenase, elastase e hialuronidade, ao lado de inibir vários tipos de fosfolipases: fosfolipase D, fosfolipase A2 e fosfolipase C. A curcumina inibe vários fatores inflamatórios como o NF-kappa B e AP-1 e também reduz a produção de citocinas pró-inflamatórias como o TNF, IL1beta e IL-8.
A Curcumina Inibe a “farnesil protein transferase” – FPTase
 As proteínas Ras devem ser isopreniladas para apresentarem atividade biológica: proliferação celular maligna. O farnesil pirofosfato é um intermediário da via mevalonato e doa seu radical isoprenil ativando o oncogene ras. Chen em 1997 mostrou que a curcumina inibe a FPTase, o que impede a farnelização da proteína Ras p21 e consequentemente impede o seu efeito proliferativo.
A Curcumina Inibe a Atividade da Telomerase
 A ativação da telomerase é uma etapa crucial da proliferação celular e a curcumina é um potente inibidor da ativação da telomerase. A melatonina e a epigalatocatequina-3-galato também inibe a telomerase. A atividade da telomerase nas células MCF-7 do câncer de mama humano é 7 vezes maior do que nas células mamárias correspondentes não malignas. A curcumina na concentração de somente 100 micromoles inibe em 93,5% a atividade da telomerase nestas células malignas (Ramachandran-2002). Esta inibição é devido à diminuição da expressão do hTERT (“human telomerase reverse transcriptase”), sem interferência do c-myc. É possível que a diminuição da expressão do hTERT seja mediada pela supressão do NF-kappaB provocada pela curcumina.
Efeitos da Curcumina no Câncer “in vivo”
I- Animais
    A- Farmacocinética
Quando a curcumina é administrada na dose de 1 g/Kg em ratos, por via oral, cerca de 75% aparecem nas fezes e praticamente nada é excretado pela urina (WAHLSTROM, 1978). Dosagens no sangue e bile mostram que a curcumina é rapidamente metabolizada. De fato, em suspensão de hepatócitos 90% da curcumina é metabolizada em apenas 30 minutos. Doses de 5 g/Kg não provocaram efeitos colaterais em ratos.
Foi administrado em ratos, por via oral, 400 mg de curcumina e verificou-se que cerca de 60% da droga era absorvida pelo intestino. Em 24 horas, 38% da dose administrada estavam presentes no ceco e intestino grosso A forma encontrada na urina foi conjugada com glucoronídeos ou sulfatos. Encontrou-se somente traços de curcumina na veia porta, fígado e rins e nada no sangue do coração em 15 minutos a 24 horas após a administração (RAVINDRANATH, 1980).
Outros autores mostraram que a absorção da curcumina variou de 60 a 66%, independentemente da quantidade ingerida. Todos estes estudos mostram que a curcumina é razoavelmente absorvida e rapidamente metabolizada e excretada.
    B- Carcinogênese experimental
Vários estudos indicam que a curcumina é um potente agente quimiopreventivo, agindo tanto na iniciação, como na promoção de vários tipos de tumores: mama, cavidade oral, estômago, esôfago, intestino, cólon, pulmão e fígado (LU, 1993-1994, et al.) Busquets, em 2001, mostrou que a administração de curcumina por seis dias consecutivos em ratos com caquexia devido ao hepatoma de Yoshida apresentaram redução de 31% do tamanho do tumor hepático.
No câncer de próstata humano refratário à hormonioterapia e implantado no camundongo a curcumina reduziu marcantemente a proliferação celular e aumentou drasticamente a apoptose. Juntamente promoveu significante diminuição da neoangiogênese (DORAI, 2001). Este trabalho mostra que a curcumina pode ser útil no tratamento do câncer de próstata humano no estado hormônio-refratário.
Nas metástases de pulmão de melanoma de camundongo a curcumina reduz significantemente o volume tumoral pulmonar, cerca de 90% de redução, e com aumento de 144% na sobrevida (MENON, 1995). A explicação é que a curcumina inibe as metaloproteinases responsáveis pela degradação da substância amorfa intersticial o que dificulta a invasão tumoral.II- Seres Humanos
    A- Farmacocinética
Estudos em animais mostraram que a curcumina é rapidamente metabolizada no fígado e na parede intestinal, o que provoca a baixa biodisponibilidade celular da substância. Shoba, em 1998, conhecedor do fato que os indianos apreciam no seu cardápio diário o uso como tempero da cúrcuma com muita pimenta, resolveu estudar o efeito da piperine extraída da pimenta negra (Piper nigra L) ou da pimenta longa (Piper longum L) sobre a biodisponibilidade da curcumina. A piperina é a amida do ácido piperínico com o azinane (piperidina).
A piperina presente em 5% da Piper nigra e 6% da Piper longum aumenta a biodisponibilidade de várias drogas por inibição da glucoronidação no fígado e intestino delgado. O grande pesquisador, Guido Shoba, revelou ao mundo algo de interesse prático e de suma importância. Quando a curcumina é administrada sozinha a ratos, na dose de 2 g/kg, a concentração sérica aumenta moderadamente em 4 horas de observação. A administração concomitante de 20 mg/Kg de piperine aumenta a concentração sérica e diminui a excreção renal no curto período de 1 a 2 horas, o que faz aumentar a biodisponibilidade celular da curcumina em 154%.
Em humanos após a ingestão de 2g de curcumina sozinha (4 cápsulas de 500mg), os níveis séricos foram muito baixos ou até indetectáveis. A administração concomitante de 20 mg de piperine provocou grande aumento da concentração sérica da curcumina em 45 minutos a 1 hora após ingestão, o que representa aumento de 2000% na biodisponibilidade celular da curcumina. Não houve efeitos colaterais. A piperina na dose empregada em voluntários normais inibe a glucoronidação hepática e intestinal, o que provoca o aumento da biodisponibilidade da curcumina nas células do organismo. Devemos nos lembrar que as drogas metabolizadas por glucoronidação também vão experimentar aumento da biodisponibilidade, como o propranolol e a teofilina (Bano-1991). Pelo fato da biodisponibilidade da curcumina ser baixa estudou-se os efeitos dos seus principais metabólitos, o hexa-hidrocurcumina, o hexa-hidrocurcuminol e o sulfato de curcumina e constatou-se que eles também possuem efeitos semelhantes à cucurmina, embora menos pronunciados.
    1)     Estudos Clínicos B1- Fase Clínica I
Sharma, em 2001, investigou a farmacocinética da curcumina na dose escalonada entre 440 e 2200 mg/Kg de extratos de Cúrcuma, correspondendo a 36 a 180 mg de curcumina em 15 pacientes com câncer colorretal avançado e refratário ao tratamento convencional. Em quatro meses de tratamento o uso oral da Cúrcuma foi bem tolerado e não houve toxicidade na dosagem máxima. O número de leucócitos permaneceu estável. A curcumina ou seus metabólitos não foram detectados no sangue ou na urina. As imagens revelaram estabilização da doença em cinco pacientes no período de dois a quatro meses de tratamento.
O trabalho foi feito em 2001 e o autor perdeu a oportunidade de mostrar o real valor da curcumina, pois não aumentou a sua biodisponibilidade com a Piper nigra.
B2- Fase Clínica II
Cheng, em 2001, em pacientes com câncer de alto risco observou que a curcumina na dose de 8 g/dia durante três meses foi bem tolerada pelos 25 pacientes incluídos no estudo. Além de 8g ao dia o volume administrado não foi tolerado pela maioria dos pacientes. A concentração sérica atingiu o pico máximo em 1 a 2 horas e gradualmente caiu nas próximas 12 horas. O pico sérico após ingerir 4g, 6g e 8g de curcumina foi respectivamente: 0.51 +/-0.11 micromol; 0.63 +/-0.06 micromol e saltou para 1,77 +/-1.87 micromol.
Notar que o autor não usou piperina. Paciência, estamos na Fase II. Será que vai haver Fase III? Creio que não, pois se trata de droga não patenteável. A curcumina tem mostrado atividade quimiopreventiva em vários modelos carcinogênicos, nos quais ela inibe a COX2 em nível de transcrição. A COX2 está implicada em vários tipos de cânceres humanos.
Plummer, em 2001, em 15 pacientes com câncer colorretal avançado, observou que a ingestão do extrato de Cúrcuma provocou inibição da formação do PGE2 de uma forma dosedependente, entretanto, sem diferença significante comparado com o valor pré-tratamento. Notar que o autor não utilizou piperina.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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FELIPPE JJ. Efeitos da deficiência de cobre no câncer : antiangiogênese . Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer. Tema da semana de 26/05/06
FELIPPE JJ. Efeitos do vanádio no câncer: indução de apoptose e inibição da proliferação celular maligna . Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer. Tema da semana de 01/06/06.
FELIPPE JJ. Efeitos da vitamina B12 ( hidroxicobalamina) no câncer: indução de apoptose . Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer. Tema da semana de 05/06/06.
FELIPPE JJ. Efeitos da vitamina D no câncer: indução da apoptose, inibição da proliferação celular maligna e antiangiogênese Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer. Tema da semana de 12/06/06.
FELIPPE JJ. Efeito dos Ácidos Graxos Poli Insaturados no câncer: indução de apoptose, inibição da proliferação celular e antiangiogênese. Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer. Tema da semana de 19/06/06
FELIPPE JJ . Naltrexone e câncer. Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer. Janeiro. Tema da semana de 23/10/06.
FELIPPE JJ . Disulfiram e câncer.Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer. Janeiro. Tema da semana de 30/10/06.
FELIPPE JJ. Benzaldeído e Câncer : leucemia mielocítica aguda, linfoma maligno, mieloma múltiplo, leiomiosarcoma e carcinomas de língua, parótida, pulmão, mama, esôfago, estomago, fígado, pâncreas, colon, reto, rins, cérebro, bexiga e seminoma de testículo. Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar . www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer. Tema do mês de novembro de 2006.
FELIPPE JJ . Molibdênio e Câncer. Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer Tema da semana de 06/11/06.
FELIPPE JJ. Ácido linoleico conjugado (CLA) e câncer: inibição da proliferação celular maligna, aumento da apoptose e diminuição da neoangiogênese tumoral. Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer.Tema da semana de 13/11/06
FELIPPE JJ . Óleo de peixe ômega-3 e câncer : diminuição da proliferação celular maligna, aumento da apoptose, indução da diferenciação celular e diminuição da neoangiogênese tumoral. Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer. Tema da semana de 20/11/06.
FELIPPE JJ. Genisteína e câncer : diminui a proliferação celular maligna, aumenta a apoptose, suprime a neoangiogênese e diminui o efeito dos fatores de crescimento tumoral. Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar . www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer. Tema da semana de 27/11/06.
FELIPPE JJ . Glicose-6-fosfatodehidrogenase (G6PD) e câncer : a inibição da enzima diminui drasticamente a proliferação celular maligna, aumenta a apoptose e suprime os efeitos de fatores de crescimento tumoral. Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer . Tema do mês de Dezembro-2006.
FELIPPE JJ . Alcaçuz (Glycyrrhiza glabra) e câncer : inibição da proliferação celular maligna com aumento drástico da apoptose . Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer . Tema do mês de janeiro de 2007.
FELIPPE JJ . Tratamento nutricional e endócrino do câncer: benefícios da integração do médico clínico com o oncologista. Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer . Tema do mês de fevereiro de 2007.
FELIPPE JJ . Proposta de dieta inteligente para o tratamento coadjuvante do câncer Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer . Tema do mês de março de 2007.
FELIPPE JJ . Câncer : Tratamento com Radio Freqüência e Oxidação Sistêmica. Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar. www.medicinacomplementar.com.br. Tema do mês de maio de 2007.
FELIPPE JJ . Dicloroacetato e Câncer: Aumenta a Apoptose e Diminui a Proliferação Celular Maligna . Revista Eletrônica da Associação Brasileira de Medicina Complementar, www.medicinacomplementar.com.br . Biblioteca de Câncer. Tema do mês de maio de 2007.
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Medicina Preventiva

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quarta-feira, 3 de junho de 2015

Batata de plástico

ome batata do mac e você vai ficar com o bum bum de plástico, pena que quase não tem química nesta gostosura de plástico, continue se plastificando e você vai virar uma grande garrafa pet, geração pet.
A famosa batata frita do McDonald´s cai na internet, e nutricionista explica como fazê-la.
YOUTUBE.COM

Internet = masturbações digitais

A Internet é uma masturbação digital

Internet

Internet virou uma masturbação digital, porque às pessoas só querem coisinhas que dão prazer, quando criamos um blog com conteúdos de fundamento, tem umas 7 visualizações e se colocar uma porcaria vai virar uma postagem viral, é tudo uma masturbação, nós temos uma sociedade com uma mentalidade deformada, do concordismo, se é banal eu concordo vejo, mas se tiver que ler, pensar, raciocinar ninguém quer saber. 

Bile é o detergente do corpo humano, isso prova que o ser humano nasceu para comer gordura, e a bile produz os sais biliares para limpar a gordura em excesso, coma gordura de verdade e seja saudável.

Expectativa de vida

Un artículo reciente en The Week1 revisa siete cosas que lo enfermaran o causaran la muerte prematura de acuerdo con la ciencia. Fumar marihuana, ser una estrella pop, jugar futbol americano y tener un matrimonio infeliz, son algunas de estas siete cosas.

Creo que los más importantes, son los siguientes cuatro factores alimentarios y de estilo de vida solo tres de ellos lograran filtrase en el artículo destacado:

  • Consumo excesivo de azúcar
  • Endulzantes artificiales
  • Grasas trans, y
  • Deficiencia de vitamina D
  • M

Melão de São Caetano

Uma planta muito simples consegue matar até 98% de células cancerígenas e também frear o diabetes

Este texto foi traduzido e adaptado do artigo original, escrito pelo Dr. Frank Shallenberger, e o link dessa versão encontra-se no final da matéria. Trata-se de uma tradução livre do artigo escrito em primeira pessoa publicado por Shallenberger. Acompanhe:

Eu estou sempre buscando por substâncias que dão uma “chave de braço” no metabolismo peculiar das células cancerosas. É vital que essas substâncias matem as células doentes e deixem as saudáveis intactas. Já falei sobre algumas de minhas descobertas científicas no passado, como o resveratrol, chá verde, seanol e outros. Mas hoje eu vou lhes falar sobre outra planta que seguramente mata o câncer de fome com tanta eficácia quanto uma quimioterapia. Na verdade, funciona inclusive no câncer de pâncreas, um dos mais difíceis de se combater.
A planta é um vegetal comum da Ásia e que tem o nome de melão amargo (Momordica charantia - no Brasil, pode ser conhecido como melão-de-são-caetano), sendo popular na região de Okinawa, no Japão.
O suco do vegetal, na concentração de 5% em água mostrou ter um potencial assombroso de lutar contra o crescimento dos quatro tipos de cânceres pancreáticos pesquisados, dois dos quais foram reduzidos em 90%, e os outros em incríveis 98% apenas 72 horas após o tratamento!
Já comentei em outros artigos a respeito da apoptose, que é a resposta natural de um organismo em lidar com células fora do comum - que simplesmente suicidam. O suco induziu essa morte programada por vários caminhos diferentes. Um desses caminhos foi o de colapsar o metabolismo de alimentação por glicose das células doentes, ou seja, privou-as do açúcar que elas necessitam para sobreviver.
Será que esses estudos de laboratório também servem para animais vivos? A resposta é um sonoro “sim”! Pesquisadores da Universidade de Colorado aplicaram doses em ratos que seriam proporcionais a humanos, e eles apresentaram uma redução em 64% do tamanho de seus tumores, sem efeitos colaterais. Esse nível de melhora ultrapassa os alcançados atualmente com o uso de quimioterapia para um tipo de câncer tão letal.
O responsável pela pesquisa na universidade, Dr Rajesh Agarwal, observou o costume chinês e indiano de usar o fruto em remédios para diabetes. Vendo que esta doença tende a vir antes do câncer pancreático, o doutor associou as ideias, criando novos rumos nas investigações existentes.
A dose utilizada foi de seis gramas de pó do melão amargo para um adulto de porte médio (75 quilos). Os grandes laboratórios e companhias farmacêuticas buscam encontrar petroquímicos patenteáveis que obtenham o mesmo resultado que Deus colocou nesse vegetal. Eles ficam boquiabertos como uma planta tão despretensiosa consegue desnutrir o câncer sem precisar de nenhuma química complexa.
No centro médico da Universidade de Saint Louis, a Dra. Ratna Ray, Ph. D. e professora de patologia, liderou pesquisas similares, testando primeiramente em células de câncer de mama e próstata e depois experimentando em cânceres da cabeça e pescoço, que embora representem 6% apenas dos casos, são agressivos e se espalham facilmente, começando por vezes pela boca, garganta, nariz.
Com efeito, após quatro semanas de tratamento controlado em animais, o volume e crescimento dos tumores reduziu. A doutora ressalta: "É difícil medir o resultado exato do tratamento com o extrato de melão amargo no crescimento das células, porém combinado com as terapias e remédios existentes, pode auxiliar na eficácia do combate ao câncer."
Pesquisadores descobriram recentemente que a síndrome metabólica é amenizada pelos benefícios no metabolismo glicólico. Ótimas notícias, pois não se destrói o câncer por uma via só, e eu acredito que deve ser multifocal: em outras palavras, fortalecer o sistema imunológico, desintoxicar, eliminar infecções dentais e materiais tóxicos dos dentes, alcalinizar o organismo, oxidar o corpo com terapia com oxigênio, e prover nutrientes específicos para dar uma “chave de braço” nos caminhos particulares do metabolismo do câncer.
Todas as células cancerosas mostram uma produção anormal de energia que utiliza fermentação ineficiente de glicose. O melão amargo pode ser um excelente aliado ao combate dessa produção de energia anormal. Você pode encontrá-lo na maioria das lojas naturais ou comprar online.
O artigo original pode ser conferido aqui.