Recentemente o colega Hylton Sarcinelli Luz postou em rede social a seguinte mensagem:
O cientista francês Jacques Benveniste declarou que experimentos científicos com as dinamizações homeopáticas sugeriam que a água tinha capacidade de registro eletromagnético, similar a um mecanismo de memória. Esta declaração lhe valeu a perda da chefia do laboratório de pesquisa, os cargos de prestígio na instituição e as verbas para continuar seus trabalhos. (…) Hoje suas teorias estão sendo comprovadas, mas seus detratores silenciam sobre o papel que tiveram.
Isso se deve a respeito da notícia de que “Cientistas investigam Memória da Água“, no caso pesquisadores alemães do Instituto Aeroespacial da Universidade de Stuttgart:
Segundo a reportagem, os pesquisadores demonstram que a água retém um inprint das substâncias com as quais entram em contato, o qual pode ser não só visualizado como rastreado, servindo mesmo como um marcador de determinado material no meio aquoso.
(No futuro o Homeopapo publicará uma matéria sobre a polêmica em torno da pesquisa mais famosa do imunologista francês Jacques Benveniste (1935-2004) , o qual esteve no Brasil em duas ocasiões nos anos 90 e 2000 para discutir as repercussões de seu trabalho e nos quais estivemos presentes; bem como um relato sobre os trabalhos de outro importante pesquisador, o biólogo Jean Pierre Garel cuja palestra em nosso país para divulgar seus conceitos de água sensível e clusters de água nos anos 90 também foi por nós presenciada)
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